POLÍTICA E IMPRENSA

Editor de O FATO responde aos ataques feitos pelo prefeito ao jornal

Homero do Facão não sabia nem o que estava falando. Usou uma chamada do jornal para fazer críticas, quando a reportagens ainda não foi publicada

Editor de O FATO responde aos ataques feitos pelo prefeito ao jornal
Vídeo foi publicado na página do prefeito no Facebook. É só conferir
Publicado em 12/05/2025 às 16:42

O prefeito Homero do Facão usou hoje, 12 de maio, a sua página no Facebook para falar besteiras e tentar desmoralizar o jornal O FATO, que circula em Rancharia há 47 anos e nunca foi “vaquinha de presépio”. Infelizmente, o neto herdou a estirpe mentirosa e autoritária do avô, Mané Facão. É só consultar o arquivo na Biblioteca e para saber como foi o relacionamento do jornal com o gestor público, então prefeito. Mas vamos lá!

MENTIRAS!

O prefeito Homero do Facão abre a sua fala mentirosa afirmando: “Olá pessoal, estou lendo um jornal local aqui que dentre outras falácias na internet traz….” Ele não está lendo jornal nenhum. Simplesmente segura um print da chamada para a edição que ainda não foi concluída e que vai ter reportagem sobre esse pregão das “mil e uma cores rancharienses”. ISSO É MENTIRA. O duro é que vassalos sabujos acreditam na piada sarcástica que o cidadão travestido de gestor público tenta passar.

LICITAÇÃO DE BROXAS, ROLOS E TINTAS

O jornal O FATO quando decide publicar reportagem que possa atrair polêmicas, o faz com o viés de mostrar que há algo errado na aplicação do dinheiro público. Em seus 47 anos, ele nunca se dobrou a nenhum prefeito, tanto é assim que foi de autoria do jornal o pedido de abertura da ação por improbidade administrativa que culminou depois de década com a cassação dos direitos políticos do ex-prefeito Marquinhos do Povo.

No caso desse pregão, a reportagem – que ainda não foi publicada –  vai alertar que o edital deixa de fora a participação do comércio da cidade, que não recebe nenhuma política pública capaz de ativá-lo. Nenhum revendedor de tintas, de material de construção, terá condições de participar diante da exigência de um atestado de capacidade técnica e nele seja incluído a indicação de fornecimento de, no mínimo, 50% do pedido.

Ora! Essa quantidade inviabiliza o pequeno comerciante de Rancharia que poderia atender a necessidade sazonal da utilização de serviços de pintura. É um pregão de mais de R$ 3 milhões e não há ninguém dessa área que comprove uma capacidade de R$ 1,5 milhão (50%) de vendas.

O fato de ser uma tal de ata de preço que vincula a pedidos sazonais, “precisou, é só pedir”, não atende o interesse público (o dinheiro vai sair de Rancharia e não completará a hoje conhecida economia financeira circular, que nada mais é do que fazer girar o dinheiro público – da prefeitura – no próprio município.

No entanto, sei que isso não é levado em conta devido a incompetência dos gestores públicos atuais, já que quando tentei entrevistar o prefeito e o vice, então eleitos, fiquei abismado com a falta de informação dos dois. Tudo bem, não haviam assumido, mas se acercaram de sabujos por compromissos políticos, que, com certeza, continuam sem saber nada.

PIB, o que é isso?

Perguntei ao prefeito eleito se ele sabia quantos moradores se encontravam abaixo da linha de pobreza e qual era o PIB do município? Homero do Facão não soube responder: “espera, né, ainda não assumi”. O vice, ligado ao comércio, disse que nessa área ele poderia responder, então perguntei se ele sabia com quantos % o comércio contribuía para o PIB do município e qual era a participação como gerador de empregos. Não soube responder.

Não continuei com a entrevista e publiquei a razão no jornal. Será que seria “fake” uma manchete assim? PREFEITO E VICE ELEITOS DESCONHECEM O PIB DO MUNICÍPIO E SETORES QUE GERAM EMPREGOS

Falar em FAKE aos vassalos é fácil. Fake hoje é crime. Que tal levar essas “falácias” na Justiça para ver quem tem razão? O jornal ou o prefeito palrador?

Para não esticar muito o texto, responderei separadamente as ponderações sobre a “demissão política de Pedro Dutra do hospital” e “a paternidade sobre a entrega dos ônibus escolares”