Promotor diz que influenciadora e PCC mantinham casa em Martinópolis com 35 empresas abertas no endereço
Investigação de 7 anos foi iniciada em presídio de Presidente Venceslau pelo GAECO de Presidente Prudente

A prisão da influenciadora Deolane Bezerra por suposta lavagem de dinheiro ligada ao PCC remete as investigações à região de Presidente Prudente.
A origem foi troca de bilhetes de membros do PCC há sete anos em penitenciária de Presidente Venceslau.
O promotor do GAECO que comandou a investigação foi Lincoln Gakiya, de Presidente Prudente.
Gakiya revelou em entrevista que Deolane e o PCC “mantinham 35 empresas abertas no endereço de uma casa de um conjunto habitacional bem precário em Martinópolis, outra em Santo Anastácio”.
Em Presidente Bernardes, o grupo administrava uma transportadora.
